Chile – Ancud’o mundo!!!
Chiloé é o tipo do passeio para se ir uma vez, passar a régua e ficar satisfeito pelo resto da vida. Voltar, nem pensar!!!
Pra começar, é uma ilha e não tem ponte. Além disso fica longe PACAS!!! Mas bota LONGE nisso!
Bem, mas vamos lá: de Frutillar a Puerto Montt são 40min de auto estrada. Até aí tudo bem! De Puerto Montt até o porto de Parguá são 60km de pista única e de difícil ultrapassagem. Aí você pega o ferry que leva 40 minutos de travessia. Daí até Castro, principal cidade da ilha, são mais 105km em pista única.
Antes que eu me esqueça, tá legal que já tem tempo pacas que eu passei no teste de direção. Depois disso tive que fazer um novo teste a dois anos atrás… mas não me lembro de ter estudado a placa acima entre as placas válidas de sinalização de trânsito. Não tenho a menor ideia do que significa, mas sempre aparecia antes da linha contínua de “não ultrapasse” acabar e ser substituída pela intermitente. Imagino que deva significar que o amarelo da placa advertindo de alguma coisa (“não ultrapasse”???), acaba de terminar (linha cruzada sobre o amarelo).
Quem souber o significado real, que atire a primeira pedra… na placa, é claro!!!
Bem, voltando à viagem, quando você chega à Castro, as principais atrações da cidade são as palafitas,… e mais palafitas… e mais palafitas!!!
O mercado do porto com uma feira de artesanato que é exatamente a cópia fiel de todas as outras 12438 feiras que você visitou anteriormente … uma igreja meia bala…
Antes de Ancud, detalhes de janelas em Castro
… e as casas multicoloridas com paredes cobertas de telhas de madeira!!
E mais uma janela…
e outra…
e mais outra…
Tarado por porta e janela, você já sabe: eu quase fui ao orgasmo de tanto fotografar janela, concorda?!!!
E ainda demos sorte de pegar um dia de sol por lá. Ouvi dizer que a última vez que isso tinha acontecido em Chiloé tinha sido em 1847!!!
Depois de 3 horas de ida para ver “tudo isso”, o negócio é encarar mais 3 horas de volta!
Ah, mas tem Ancud (não é gozação, a cidade se chama Ancud!!) no meio do caminho, que você pode visitar para “relaxar”. Cê quer a minha opinião sincera? Aquilo ali é, literalmente, o “Ancud’o mundo”!!!
O jeito foi acelerar para não perdermos um concerto de violão do canadense Remi Bouchet, no teatro de Frutillar. Isso sim foi de tirar o chapéu e salvou o dia. Gente, o cara toca PACAS!!! De aplaudir de pé!



